O que eu decidi, e o motivo de cada escolha.
Na prática: quase toda decisão aqui existe para remover um motivo de briga.
O elenco é sorteado por potes de nota
Cada time recebe 22 atletas: dois goleiros, oito defensores, oito meias e quatro atacantes. Todo mundo leva um do pote mais forte, um do segundo, e assim por diante.
As médias ficam a menos de um ponto umas das outras. O campeonato passa a ser decidido pela habilidade de quem joga, e não por quem pegou o melhor elenco.
O organizador não escolhe a série de ninguém
Na primeira edição o sorteio é puro. Nas seguintes, cada um entra na série que conquistou em campo, e quem chega começa na última.
Tirar essa decisão da mão de uma pessoa elimina a suspeita de favorecimento, que é o que mais azeda liga de amigos.
Só o vencedor lança o placar
Quem ganhou registra o resultado, com foto opcional. Empate qualquer um lança. Quem discorda contesta, e o organizador decide.
Com um lançador só, não existe divergência entre duas versões do mesmo jogo. A contestação vira exceção tratada, não a regra do dia a dia.
Jogo não realizado pune os dois
Passou o prazo sem acontecer, a partida vira nula e os dois perdem três pontos.
Se a punição caísse só em um, empurrar o jogo viraria estratégia. Punindo os dois, ninguém ganha nada adiando, e o calendário anda sozinho.
O jogador entra de graça, só o organizador paga
Quem joga participa sem pagar nada. A licença é de quem organiza, a partir de dez dias grátis.
Cobrar de cada jogador mataria a liga antes da primeira rodada. E o jogador que gosta acaba virando o organizador da própria liga, que é o caminho natural de crescimento.
Os elencos são atualizados na fonte oficial antes de cada sorteio
O sistema busca os atletas na base da EA imediatamente antes de sortear, e depois congela o elenco da temporada.
Elenco desatualizado gera reclamação legítima. Congelar depois do sorteio impede que alguém peça refazer quando o jogo mudar as notas no meio do campeonato.