AD Anderson Drumond
Símbolo do AD LIGA: as letras A e D em traço contínuo, em degradê do roxo ao azul.

AD LIGA

A sua liga, do seu jeito.

Portfólio · Diagnóstico conectado a execução

Quando o software aplica a regra, ninguém discute no grupo.

Transforma um grupo que joga videogame junto numa liga organizada, com a burocracia inteira feita pelo sistema: tabela, elencos, classificação, acesso e queda.

  • Em teste
  • 10 dias grátis
  • Online e presencial
  • Até 96 jogadores

O problema que eu enxerguei

Todo grupo que joga videogame junto tenta, mais cedo ou mais tarde, organizar um campeonato. E quase todos morrem no mesmo lugar: uma planilha que só uma pessoa mantém, um grupo de WhatsApp com trezentas mensagens por rodada, e uma discussão de regra que nunca termina porque não existe regra escrita, só combinado.

O organizador vira contador. E quando ele cansa, o campeonato acaba.

A solução não era fazer uma planilha melhor. Era tirar a regra da conversa e colocá-la dentro do software, onde ela se aplica sozinha e igual para todo mundo.

Decisões

O que eu decidi, e o motivo de cada escolha.

Na prática: quase toda decisão aqui existe para remover um motivo de briga.

O elenco é sorteado por potes de nota

Cada time recebe 22 atletas: dois goleiros, oito defensores, oito meias e quatro atacantes. Todo mundo leva um do pote mais forte, um do segundo, e assim por diante.

Por quê: As médias ficam a menos de um ponto umas das outras. O campeonato passa a ser decidido pela habilidade de quem joga, e não por quem pegou o melhor elenco.

O organizador não escolhe a série de ninguém

Na primeira edição o sorteio é puro. Nas seguintes, cada um entra na série que conquistou em campo, e quem chega começa na última.

Por quê: Tirar essa decisão da mão de uma pessoa elimina a suspeita de favorecimento, que é o que mais azeda liga de amigos.

Só o vencedor lança o placar

Quem ganhou registra o resultado, com foto opcional. Empate qualquer um lança. Quem discorda contesta, e o organizador decide.

Por quê: Com um lançador só, não existe divergência entre duas versões do mesmo jogo. A contestação vira exceção tratada, não a regra do dia a dia.

Jogo não realizado pune os dois

Passou o prazo sem acontecer, a partida vira nula e os dois perdem três pontos.

Por quê: Se a punição caísse só em um, empurrar o jogo viraria estratégia. Punindo os dois, ninguém ganha nada adiando, e o calendário anda sozinho.

O jogador entra de graça, só o organizador paga

Quem joga participa sem pagar nada. A licença é de quem organiza, a partir de dez dias grátis.

Por quê: Cobrar de cada jogador mataria a liga antes da primeira rodada. E o jogador que gosta acaba virando o organizador da própria liga, que é o caminho natural de crescimento.

Os elencos são atualizados na fonte oficial antes de cada sorteio

O sistema busca os atletas na base da EA imediatamente antes de sortear, e depois congela o elenco da temporada.

Por quê: Elenco desatualizado gera reclamação legítima. Congelar depois do sorteio impede que alguém peça refazer quando o jogo mudar as notas no meio do campeonato.

E o que eu deixei de fora, de propósito

Misturar consoles no modo online. PlayStation joga com PlayStation, Xbox com Xbox. Misturar produziria partidas impossíveis de marcar e discussão sobre quem tinha vantagem.

Prazo no modo presencial. Todo mundo na mesma casa, revezando nas TVs, não precisa de relógio: a fila das partidas resolve. Prazo ali só criaria burocracia sem função.

Rebaixamento em série incompleta. Série que não encheu não rebaixa ninguém, apenas marca. A queda só vale na edição seguinte, e se tiver entrado ou saído jogador. Cair por falta de adversário não é resultado esportivo.

Modelo de negócio

Paga quem organiza.

Na prática: dez dias grátis antes de qualquer cobrança.

Básico

R$ 9,90

por mês, ou R$ 89,90 no ano

Um campeonato, no modo online.

Profissional

R$ 19,90

por mês, ou R$ 159,90 no ano

Dez campeonatos, online e presencial.

O mesmo raciocínio serve ao seu negócio

Aqui o problema era discussão de regra num grupo de amigos. Na sua empresa costuma ser combinado que ninguém cumpre, processo que só uma pessoa conhece, e decisão que depende de quem está de bom humor. O caminho é o mesmo: escrever a regra e deixar o sistema aplicá-la.